A gente deixa de fazer, de sentir, de ser. Seja por altruismo, receio ou até mesmo por vaidade. Traçar limites dentro de relações é um comportamento quase que instintivo, não queremos nos machucar assim como não querermos ser a causa da ferida aberta no peito de quem se ama. Não de propósito.

Não mais tocar no assunto – foi o conteúdo da promessa feita à mim mesma.

Os olhos tentam ocultar qualquer sinal de insatisfação, mas nos traem enquanto fitam o chão de maneira obsessiva. Pecamos com o silêncio contido em uma expressão triste. Pesada. A nossa mente revela ter um poder masoquista inigualável e se diverte com a memória de toda e qualquer palavra já proferida.

Prometi. Pra não doer em mim, pra não te fazer repetir.

Continuo não entendendo.

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